Lohanna [FP]

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Lohanna [FP]

Mensagem por Lohanna Vassilievitch em Sex Dez 26, 2014 2:23 am



Lohanna Vassilievitch
22
O que vier é lucro
Irlandesa
Humanos
Emily Bett Rickards
Lohan

Físico
Pele branca que entra em total contraste com as poucas sardas existentes em eu rosto e o lindo par de olhos castanhos. Que ao te fitarem podem passar ódio, segurança e leveza sobretudo a superioridade que Lohanna sabe que tem. Seus cabelos na altura da base das costas são de um tom loiro provocativo, porém a garota tem raízes morenas que deixam claro que ela tinge o cabelo. Os lábios delicados e o nariz fino completam sua face que contem feições delicadas, dignas de uma rainha. O corpo não deixa o que falar, tem todas as curvas no local, entretanto nada exagerado, tudo em sua medida perfeita.
Personalidade
A pessoa mais justa e carinhosa que pode se imaginar, carinhosa e atrapalhada, Lohanna é uma mestre na habilidade de disfarçar e mentir. Uma garota prodígio como sempre foi, não conhece muito das intenções reais do mundo e confia nas pessoas como se nada de ruim nunca lhe acontecesse. A garota tem dupla personalidade o que leva ela a ser em um minuto amorosa e sorridente e em outro ter um charme convincente e simpático para as outras pessoas, uma inteligência acima da média. Além do mais quando a garota descobre que seu teatro já está descoberto, ela é capaz de dar a falsa impressão de arrependimento. Ela é até capaz de manter uma relação leal e duradoura, a garota subestima a insensatez das mentiras, rouba, abusa, trapaceia e manipula dolorosamente os seus colegas. Mas uma coisa que a garota não faz é trair alguém que jurou fidelidade, se ela disse que iria fazer um favor para você considere feito. Mas não deixe-se enganar a garota é boa de luta, sabe o que está fazendo quando o assunto é morte rápida e indolor.



historia

There’s not a time for being younger
Uma pequena luz se ascende para Roksana

Mentir é a maior diversão que uma garota pode conseguir sem tirar as roupas. Então porque não viver uma mentira? Porque não se divertir à custa de uma realidade inventada? Afinal, o que é a mentira? A distorção da verdade? O fato de se esconder o verdadeiro motivo? O que é a mentira para cada um? Uma coisa difícil de dizer, porém necessária. Para Lohanna? Apenas sua vida. As mentiras propriamente ditas se iniciam com Rodrigo, e o passado que escondeu por muito tempo de todos. O que diria a respeito de uma pessoa que traz a morte para a própria filha? O que dizer de uma pessoa que sente prazer em invadir alguém jovem demais para se defender? Oh, não está entendendo? Deixe-me explicar melhor:

Uma mentira nasce

Um choro estridente, um sorriso de uma mulher que acaba de virar mãe, dedinhos cansados tentando alcançar a luz que tanto lhe incomoda, olhinhos atentos para o novo mundo que lhe é aberto. É assim que descrevo o nascimento de Lohanna , a pequena cria de Monick Coupyl e do grande empresário Rodrigo Borgia Vassilievitch. Os primeiro dias de vida de Lohanna já foram marcados pela tragédia familiar, o avô teve uma hemorragia interna em um acidente de carro quando ia visitar Monick no hospital, todos culparam a garota por isto, como se tivesse culpa de nascer. A pequena foi criada tendo toda a atenção e luxo para si até completar dois anos, quando sua irmã mais nova veio ao mundo, Johanna nasceu doente e trouxe a doença para a mãe que faleceu dois dias após o parto. Rodrigo? Ficou simplesmente possesso, algo que ninguém jamais tinha visto o empresário fazer. Lohanna e Johanna eram na maior parte do tempo criadas por babás e professores particulares. Isso até Lohanna finalmente fazer seus tão sonhados dez anos.

Uma tragédia ocorre

Mas o presente que o pai lhe deu foi a coisa que mais marcou a vida do pequeno anjo, ao invés de livros e brinquedos, a garota ganhou uma surra simplesmente por ter nascido e teve a juventude arrancada a força. O motivo? Rodrigo bêbado havia achado Johanna tão parecida com a mãe, e Lohanna em um ato insano tentou impedir que o pai tocasse na irmã mais nova, o  resultado foi Lohanna tremendo, vomitando e sangrando depois de ter sido violentada pelo pai e uma pequena Johanna encostada na parede encolhida de olhos apertados e mãos tampando os ouvidos. Rodrigo? Achava que a filha tinha tido o que merecia. E voltou a sua bebida diária em seu escritório.

Uma boneca se quebra

Mas aquela surra originou uma cadeia enorme de fatos e delitos do pai, sempre insano. Um sádico. A culpa na bebida. Os prazeres aproveitados. Rodrigo aproveitou-se do medo da mais velha para se satisfazer. Apertou a garganta de Lohanna, colocando-a contra a parede. O abuso foi algo tão normal para o pai, aliás, era isso o que faziam antigamente para não perder a riqueza. Uma Lohanna de onze anos com a infância perdida. Uma Johanna mais nova que tentava ignorar tudo e apenas brincar com suas bonecas. Mas quem pensava que ela era tão inocente, se assustaria com o que a garotinha aprendia no computador. Surpreender-se-ia com sua frieza e com sua precisão em fazer cortes em locais que acabam com sua vida.

Um crime é cometido

Johanna e Lohanna foram crescendo aos poucos, as curvas de ambas se tornando mais evidentes a cada ano, as roupas curtas eram presentes do pai. E as garotas não tinham outra opção a não ser usá-las, Lohanna aprendera a se desligar a deixar seu corpo ser usado enquanto sua mente vagava. Já Johanna se afundava cada vez mais em seu próprio mundo. As garotas se tornavam cada vez mais raivosas e quando Lohanna fez quinze anos tudo foi por água a baixo, ou tudo melhorou? Depende de seu ponto de vista. Johanna agora com treze não aguentava mais ouvir os gritos de prazer do pai enquanto a irmã chorava baixo, já não aguentava mais ser protegida, ela queria acabar com o sofrimento de ambas de uma vez por todas e a única maneira que lhe veio a cabeça foi a mais antiga de todas: Homicídio.

Um assassinato é revelado

Em uma arte mais arcaica que a humanidade Johanna se inspirou para fazer isso. Como? Primeiro pediu para fazer o jantar, contestando ter aprendido algo novo em um canal de culinária. Depois fez questão de servir o prato certo ao pai. Esperava o retorno imediato do veneno, mas não aconteceu. Não, ela não o envenenaria de fato, era apenas uma mistura que o faria ficar paralisado. Ele sentiria, mas sequer um músculo iria se mover. Assim que terminaram o jantar, Lohanna foi oferecer a sobremesa ao pai. Os gritos fizeram Johanna abraçar as pernas e chorar enquanto contava os minutos restantes. E então, o grito da irmã foi o aviso. A garotinha mais nova pegou a adaga e subiu as escadas para o quarto do pai. Os cortes eram feitos devagar, enquanto Lohanna sorria para ele, um olhar calmo que faria qualquer um pensar que ela estava hipnotizada. Em um ato de proteção, para deixar a irmã pura, Johanna tentou a parar, e então a adaga foi cravada na artéria de Rodrigo. Uma Johanna ensanguentada e corrompida. Uma Lohanna culpada e a salvo.

Uma esperança é dada

Uma cena tanto quanto cinematográfica, mas Lohanna não deixaria que aquilo fosse o que a policia encontraria. Não, ela sabia que a irmã iria ser tirada dela, então com uma força de vontade tirada do fundo da alma, a garota instruiu a irmã em como sumir com o corpo e Johanna o fez enquanto a irmã limpava a bagunça da casa. "Tudo acabou, Johanna, o céu é nosso." pobrezinha, mal sabia que a próxima vitima da crueldade dos homens Borgias seria a tão protegida Johanna.

Um poder é revelado

Lohanna sempre teve a inteligencia maior que a maioria das garotas e dos garotos de sua escola. Mas não foi até entrar na faculdade cedo demais que percebeu o que aquilo significava. A garota de repente era mais que uma vitima de abuso infantil, ela era alguém respeitada, alguém que sabia o que podia fazer. E era por isso que aos 17 anos a garota tinha 2 phd's milhões de perguntas e estava ingressando no MIT novamente. Enquanto sua irmã fora colocada na custódia do tio Jorge...Um pequeno erro que pessoas que não conheciam a família haviam cometido.

Um coração é rasgado

Ela tentava dizer a si mesma que nada iria acontecer, que Jorge era diferente de Rodrigo, mas ambos eram tão parecidos em aparência e jeito. Sempre se vestindo bem, sempre falando difícil, sempre encantando a todas... Ele era apenas um pouco mais novo que o pai e Johanna era linda. E Lohanna não gostava da ideia de ter uma garota linda e frágil, na presença de um garanhão. E ela estava certa, em uma noite que o tio teve uma ou duas bebidas a mais, Johanna fora instruída a não incomodá-lo, porém a garota precisava falar com o tio e teve a virgindade arrancada de si, não de forma bruta como vira o pai fazer com a irmã, mas não da forma amorosa que esperava ter um dia. Uma forma sem amor, sem raiva, para Jorge era mais uma garota qualquer que se deitara com ele. Para Johanna? Era o pesadelo de sua irmã passando a ser o dela.

Um pesadelo é revisto

Jorge então a instruiu a ser uma marionete. Ela falaria quando pedisse. Ela faria o que mandasse. Ela seria controlada. Estaria onde ele quisesse, no momento desejado. Johanna virou uma boneca, quebrada, mas ainda sim uma boneca. Alguns dias sem notícias foram o suficiente para fazerem Lohanna voltar. Chegou à casa do tio e tudo estava em silêncio, aparentemente normal, até ouvir um murmúrio, um gemido. O anjo loiro correu em direção o barulho. Tentava apagar as memórias em sua mente. Apagar as possibilidades. Mas tudo se tornou real quando ela entrou no quarto. A garota queria gritar, ela queria matar. Queria ser o que a irmã foi.  Teriam as irmãs Borgia outra morte nas costas ou apenas uma fuga?

Uma Borgia com sangue nas mãos

Lohanna não tinha mais opções, apenas esperou que o tio acabasse com aquilo. Johanna estava no banho chorando, e Lohanna? Oh, ela não passaria por aquilo de novo, no momento em que o tio adormeceu, a garota subiu na cama e colocou o travesseiro no rosto dele o esfaqueando no rosto diversas vezes. Depois se livrou do corpo e limpou tudo, afinal não era algo que já não tivesse feito antes. Quando Johanna finalmente saiu do banho, mostrando-se a frágil garotinha que era, Lohan já estava de malas prontas, melhor, Lohan já estava com as malas de Johanna prontas. E mais uma mala cheia de dinheiro. É claro que as garotas herdaram tudo por serem as únicas vivas da família. Mas a única coisa que realmente importava era que ambas estava novamente juntas. Machucadas, quebradas, sujas e de corações gelados. Mas juntas como nunca estiveram antes.

Excuse me sir, am I your daughter?



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Re: Lohanna [FP]

Mensagem por Henri L. Bertrand em Sex Dez 26, 2014 3:12 am


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